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BERNARDO PASSOS "CHAPOCA"

domingo, 21 de fevereiro de 2010

MACONHA LEGALIZADA NO BRASIL????






CIGARROS MARLEY

A SOUZA CRUZ,MAIOR EMPRESA TABAGISTA DO PAÍS, REGISTROU A MARCA "MARLEY" SOB O NÚMERO 817607064 , NO INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL.
A EMPRESA NÃO INFORMA A FINALIDADE DO REGISTRO,MAIS,....
CONCERTEZA,PARA UM FUTURO PRÓXIMO,COM A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA E IMPOSTOS PAGOS AO GOVERNO A EMPRESA JA TEM A MARCA DO CIGARRO DE MACONHA JA REGISTRADO.

.....E ACHO QUE NADA MAIS JUSTO DO QUE UM CIGARRO DE MACONHA COM O NOME HOMENAGEANDO O MAIOR ÍDOLO DO REAGGE DE TODOS OS TEMPOS, O JAMAICANO BOB MARLEY!!!!!!
....SALVE SALVE BOB MARLEY!!!!

ENFIN..... ....SOBRE A LEGALIZAÇÃO....

POIS É,.....E APARTIR DISSO COMEÇOU A ROLAR BOATOS NA NET SOBRE A LEGALIZAÇÃO DO CIGARRO DE MACONHA DA SOUZA CRUZ NO BRASIL EM ALGUMAS CIDADES PRÓXIMAS A FRONTEIRA COM COM O PARAGUAI.
EM CONTATO COM A ACESSORIA DE IMPRENSA DA EMPRESA, REPASSO A SEGUINTE INFORMAÇÃO:

Boa tarde (.............)

A informação publicada nada tem de verdadeira. Nem o seu começo, nem o meio e nem o fim. A atividade mencionada não faz, e nem nunca fez, parte dos planos de negócio da Souza Cruz, sendo esse unicamente referente a tabaco.

Qualquer dúvida, estou à disposição.

Abs.

Juliana Barreto
Gerente de Relações com a Imprensatel.
TEL: 21 3849-9329 fax.: 21 3849 9888
email: juliana.barreto@souzacruz.com.br

SOUZA CRUZ S.A

Uma empresa British American Tobacco

http://www.souzacruz.com.br/
VALEW GALERA!!!!!! COMENTEM AÍ.....

10 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. que osso, não sei o porque de tanta treta e ladainha com uma simples planta que nao é porta de entrada pra merda nenhuma, sendo assim creio que o povo brasileiro é tao idiota e hipocrita que o pensamento deles seria isso , "compre um carro, ele é a porta de entrada para vc usar um banco automotivo" , saca? nao tem o porque de proibir um siples mato de fumar, quem quer drogas pesadas vai direto nelas, em qualquer qbrada do Brasil é so ter disposiçao e grana,e vontade de ferra a si próprio,eu so gosto msmo da maconha e de ficar em casa d boa jogando games de pc , trabalhando e pagando minhas contas, nao faço mal a ninguem , maconha faz mal pra saude , e carros poluem o planeta e ninguem ta nem aí, pq? necessidade ? maconha tambem é ! cigarro faz mal e ai ? necessidade ! impostos $$$, esse porra de alcool , mata d+ e sustenat o bolso desse governo fdp, e seua brother farinha do mesmo saco, tudo sentado nessas porra de escritorio com altas vagabunda, to de saco xeio o mundo acabando xeio de bancehirando pó e outras merdas, e o povo alimentando hipocrisia e ganancia $$$! da corrupçao geral em todo o país. gente ´s só uma mato de fuma, não tem que ter valores, é da natureza, deixe o povo plantar e viva feliz , respeite, nó usuarios e maconheiros nato, respeitamos vc´s caretas, não somos estupradores e outras bostas que rolam por esse mundo afora, somos pessoas normais iguais a vc´s e trabalhamos e pagamos impostos em tudo para a nossa sobrevivencia e imposto é necessdidade ? haha! , maconha tambem é e é muito mais lucrativo, fico feliz e não me arrependo do investimento que faço quando compro algo para fumar, so me arrependo de fumar fumos de péssima ou aceitavel qualidade sou de MG, aki a repressão é d+, um desabafao de um cquelado de MG , mas oh, so igaul a vc careta , tb colaboro com impostos, só nao colaboro com sua hipocrisia ! (sociedade hipocrita) souza cruz e maconha ? sai fora , maconha é da natureza, industria + $$$ , hahaha, parei parece até novela ne? a vida do idiota brasileiro pagador de impostos!

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  3. kkkkkkkkkkkkk SOUZA CRUZ desistiu da marca MARLEY devido a polemica que cerca esta marca.kkkkkk
    INPI marca,MARLEY SOUZA CRUZ s.a>marca EXTINTA!!!!

    uma empresa desse porte nao pode ter uma marca dessa, Porque so o tabaco ja influencia e muito os jovens. Imagina o (MARLEY) kkkkkkkkkkkkk

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  4. LEGALIZE JÁ! se mato fizer algum mal , cavalo, boi,cabra dentre outros animais estariam mortos!kkkkkkkkkkkkkk

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  5. A história esquecida da maconha..

    Até os anos 30, a maconha era conhecida nos EUA apenas pelo
    seu nome medicinal - cannabis. William Randolph Hearst, utilizando-se do ódio a imigrantes mexicanos e espanhóis, popularizou o nome marijuana, dando a impressão de que a erva era um mal vindo de outro país, podendo, então, demonisá-la.

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  6. A história esquecida da maconha é uma lição de como interesses industriais sempre sacrificaram a sustentabilidade para colocar a humanidade num curso de destruição ambiental. Ativistas pró legalização dizem que a proibição começou nos EUA devido à ameaça que a planta fazia frente aos interesses ligados ao lucro com indústrias do plástico, produtos têxteis e de papel do magnata da mídia William Randolph Hearst e da companhia DuPont, ligada à indúsria têxtil.

    A maioria dos produtos como cordas, velas (de embarcações) foram feitas de fibra de maconha desde 8,000 antes de cristo até o começo do século 20. No livro "The Emperor Wears no Clothes" (o imperador não veste roupas), o ativista pró-legalização Jack Herer afirma que Napoleão invadiu a Rússia em 1812 para cessar a venda dos russos aos ingleses, pois a planta era muito valiosa e útil nas mais diversas formas na Inglaterra. A declaração de independência dos EUA foi escrita em papel feito com a fibra do cânhamo, subproduto da planta.

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  7. Contudo, Herer diz que o uso industrial da planta caiu no começo do século 20 devido à "falta de tecnologia necessária para a produção em massa". Mas, em 1916, o departamento de agricultura dos EUA declara que uma tecnologia capaz de tornar a maconha como o principal produto agrícola dos EUA estava sendo desenvolvida. O departamento de agricultura dos EUA declarou, à época, que 1 acre de plantação de maconha era capaz de produzir a mesma quantidade de papel que 4,1 acres de árvores desmatadas para a produção do mesmo.

    Nos anos 30, quando as novas tecnologias para o plantio de maconha começaram a ser utilizadas a um custo financeiro razoável, a Hearst Paper Manufacturing Division, Kimberley Clarke e todas as companhias de madeira, papel e muitos muitos magnatas por trás de grandes jornais perderiam bilhões de dólares, caso não agissem em favor da criminalização da planta.

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  8. Mas a volta da maconha industrial nos anos 30 não ameaçou apenas interesses de jornais e tais companhias. A forte fibra natural do cânhamo também é ideal para a produção têxtil, de plástico e até mesmo explosivos. A DuPont acabara de patentear o nylon, assim como processos de produção de plástico a partir de petróleo e novas tecnologias altamente poluidoras como a produção do papel a partir da madeira.

    Nos anos 30, os jornais de Hearst deliberadamente fabricaram uma nova ameaça aos EUA. O próprio declarou, mais tarde que: "Uma história de um acidente de carro no qual um baseado foi achado dominaria as manchetes por semanas, enquanto que acidentes causados por consumo de álcool só apareceriam nas páginas internas".

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  9. De acordo com os próprios registros internos da DuPont, Herer explica: "80% dos negócios da DuPont não seriam possíveis caso a proibição da maconha não acontecesse."

    Em 1937, a maconha se tonaria ilegal, após a lei chamada de Marijuana Tax Act removê-la do mercado. Mas antes que fosse proibida, a erva necessitou ser demonizada. É aí que entra o papel de William Randolph Hearst, megamilionário controlador da maioria dos meios de comunicação estadunidenses da época, na vida do qual foi baseado o filme de Orson Welles "Cidadão Kane". Hearst usou a sua cadeia de jornais para espalhar a propaganda antimaconha, apesar de diversos relatórios oficiais da Inglaterra e EUA concluírem que o uso da erva não trazia mais danos à saúde do que outras drogas legalizadas.

    O pesquisador Herer diz que a ficção de crimes relacionados à maconha tomaram conta da mente dos americanos através do uso de manchetes histéricas comos "Causadora de Loucura" e "Maconha - assassina da juventude". Através dos anos 30, a rede de tablóides de Hearst publicava matérias sensacionalistas sobre "pretos chapados de maconha" que supostamente estupravam mulheres brancas, enquanto tocavam uma música de "vudú satânico", nos dias de hoje conhecida simplesmente como Jazz. A campanha de Hearst seria hoje motivo de riso não fosse a "cannabisfobia" que ajudou a criar. A corporação Hearst, dona da National Magazine Company, da Inglaterra, e publicadora de Cosmopolitan e Esquire, mostraram-se portadoras do mesmo tipo de sensacionalismo em relação à maconha.

    Após proibida nos EUA, o país lançou uma campanha mundial que acabou por proibir o cultivo da planta na maioria dos países até os dias atuais.

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  10. Maldita midia pq não proibem a xuxa de ter contato com crianças devido ao filme(amor estranho amor ) no qual ela se deita nua sobre uma criança ?Sou a favor da volta da censura!!! pq proibir uma planta que nao fez e nunca fará mal algum ? e uma mulher que se deita nua em cima de uma criança porque nao e recriminada ?

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